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NOVO ARROCHO FISCAL DO ESTADO INCHADO. #compartilhelsp

Coluna de Carlos Costa

Coluna de Carlos Costa

Todo dinheiro que entra fácil demais através de impostos extorsivos, sai mais fácil ainda em forma de corrupção e alimenta muitos políticos! 

Essa, contudo, tem sido essa a prática do Governo Federal: ao contrário de reduzir o número de Ministérios e otimizar a máquina pública para torná-la mais eficiente, prefere caminhar no sentido contrário e aumentar impostos, não permitindo o reajuste da defasagem de mais de 60% em 4 anos na tabela do Imposto de Renda, aumentando  os tributos sobre os combustíveis que, no final, todos  os contribuintes pagão a conta porque todos os preços reajustados de gasolina e diesel, principalmente, serão repassados aos produtos que se compra em supermercados, na hora de se encher o carrinho no final do mês. Contudo, o que poderá ocorrer é o contribuinte constatar nos supermercados que está pagando muito imposto e voltar às ruas para exigir melhorias, sendo reprimidos pela Polícia, em caso de violência da parte dos manifestantes, o que tem sido comum nos últimos tempos.! Mas do que isso, não acredito que aconteça!

Por que ao contrário de elevar a tributação, o Governo Federal não se enxuga a máquina do Estado, diminui o número de Ministérios, aumenta a eficiência da máquina pública e muda a mentalidade dos servidores públicos para serem servidores do público?

Hoje, servidor público, é sinônimo de não fazer nada, de não servir ao público. Em muitas ocasiões os “servidores públicos” maltratam quem precisa, os obrigando a enfrentar filas, se sujeitando a acordar de madrugada para pegar ficha de matrícula de um filho na escola, na creche ou frequentando filas de precários hospitais, só para falar de algumas coisas!

O Governo Federal precisaria desse arrocho todo?

Sim, precisaria porque o Estado está muito inchado e essa é  a única fonte de receita do Governo Federal possui, que são oriundos dos impostos cobrados dos contribuintes. Só que em troca, os contribuintes deveriam receber melhorares e com mais eficiência os serviços da máquina pública, como reajustar o valor das aposentadorias, corrigir uma parte da defasagem de mais de 60% na tabela do Imposto de Renda, congelada nos últimos quatro, em vez de anunciar que nada disso pode ser feito porque perderia bilhões em receita fiscal, como se a receita do Brasil não viesse dos impostos astronômicos cobrados através de seguidas manobras “impostômetras”.

É o mesmo ditado de sempre: “venha nós ao nosso bolso, tudo; ao vosso reino dos contribuintes, nada e os contribuintes que se danem! 

Reconheço que a presidente Dilma Rousseff está tentando fazer o que pode para estancar a corrupção. Os corruptos não se importam porque nada os atingem. Presos e depois soltos por manobras jurídicas, por brechas nas leis ou pela competência de quem os defendem, continuam usufruindo das riquezas conseguidas de forma fraudulenta, em prejuízo à comunidade. É preciso uma lei que os desapropriem sem burocracias dos bens adquiridos de forma ilícita, respeitando o amplo direito de defesa, contudo, se é que para corrupto existe defesa.

As denúncias do repórter sem rosto do Fantástico, Eduardo Faustino estão se multiplicando. Dos inocentes desvios de recursos públicos com Notas Fiscais frias, os corruptos estão ficando mais espertos e agora estão desviando de outras formas. Começaram a roubar água de creche, aparelhos condicionadores de ar. Isso não é ato de corrupção explícito. Ladões comuns fizeram isso em prejuízo a todos os alunos da Escola de Santa Catarina. A corrupção surge a corrupção com superfaturamento de preços e outros esquemas. Incrível! Como se já não bastassem as outras modalidades de corrupção praticadas! Toda corrupção começa pequena, vai aumentando, aumentando, ficando cada vez mais sofisticada e chega aos milhões, com o envolvimento indireto do poder judiciário e das leis e  da Constituição do país, que considera “todos inocentes até a sentença transitar em julgado”.

Sem uma profunda reforma do Estado, as coisas continuarão piorando, até o dia em que a sociedade civil organizada voltar às ruas, enfrentar os Aparelhos de Repressão do Estado, como for possível: protestando de forma pacífica, ordeira ou reprimida.

Ninguém aguenta mais!

Sobre Lucas Souza Publicidade

Lucas Souza Publicidade
Jornalista e Blogueiro.

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