Nestes últimos dias estamos assistindo aos programas televisos, radiodifusores e demais meios de comunicação de cunho jornalístico, as piores e mais bizarras reportagens que os profissionais da mídia podem reportar.
Me parece que o amor, a fé, a bondade, a gratidão, o carinho, as famílias e o respeito, estão perdendo o verdadeiro valor de cada um destes ítens entre outros que formam o caráter e a personalidade do cidadão. Imaginar que gerar um filho de quem poderá através de um trabalho que se paga bem, via justiça, bancar um alto salário para a matriarca que por uma jogada se tornou mãe, gerar um filho sem amor e responsabilidade, tudo em nome da sabedoria, esperteza por uma vida "fácil".
O apego ao dinheiro, a usura, ganância, quanto mais poder e riqueza o homem proporcionar para si, sabe-se lá por quais os meios, mais afastado do sentimento de amor, mais insensível e rude o torna, o sentido da vida perde a direcão.
Tenho perguntado todos os dias ao me deitar e ao amanhecer:
Qual o objetivo da vida?
Qual o meu papel neste mundo?
O que eu poderei fazer para não passar pela vida despercebido?
Quanto tempo eu tenho para percorrer o caminho que deverei seguir?
Quanto mais pergunto eu faço, me sinto tão pequeno diante deste mundo noticioso, etambém agiganteço ciente do que poderei fazer, crio coragem para levantar e ir adiante, buscar mais pessoas com o mesmo sonho e objetivos, gente que queira dar as mãos, camainhar para um mundo melhor, ver o colorido e respirar o ar puro, pessoas com coração de criança, homens de atitudes, famílias que se entrelaçam e fortalecem e protegem os mais idosos, mais sábios, com muito a ensinar, histórias que o tempo não apaga, nem os noticiários as engrandecessem,talvez não tenham grandes audiências, mas, se todos nós buscássemos um pouquinho mais de tempo para parar e raciocinar, teríamos outros rumos...
Não vamos mais buscar noticiários ruins, não vamos mais dá ouvidos aos pessimistas, não vamos usar mais a boca para maldizer da vida, não usem os dedos para apontarem, dêem as mãos à quem delas precisarem para um pouco de apoio.
não estou querendo com isso levar as pessoas ao pânico e sim, tomar atitudes diferentes às noticiadas, nem negar que está realmente acontecendo e sentir indiferente.
Agora é a sua vez, fazer diferente ao que se ouviu, agir diferente ao que se viu, buscar a paz interior, mesmo que o mundo esteja em guerras, vamos ser aros na corrente do amor.
Viva a vida!
Muita paz a todos!
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